quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


AS MELHORES AÇÕES NO BRASIL VEM DAS RUAS

Assim como a Lei do Ficha limpa, precisamos que a sociedade civil organizada se mobilize cada vez para evitarmos que agressões como esta continuem a ocorrer no nosso País.

A candidatura de Renan Calheiros é um tapa na cara de cada um dos brasileiros. Um sujeito indigno de ocupar cargo público, sem qualquer valor moral e ético, mais sujo que ''pau de galinheiro'' e que acaba por desgraçar mais ainda a imagem e a reputação sofríveis do parlamento brasileiro.

Esta legião de crápulas da política verde e amarela, precisa ser exterminada e a nossa esperança reside no crescimento do nível de maturidade político-eleitoral do cidadão brasileiro, que também é eleitor.

Inadmissível a presença de um político do nível de Renan Calheiros na presidência do Senado. Uma solução simples e séria, que uniria o senado e agregaria grande valor ao prestígio daquela casa, atende pelo nome de Pedro Simon.
O desgaste do parlamento brasileiro é tão imenso, que mesmo a partir de agora se tivermos a felicidade de termos os melhores quadros da nossa política comandando as duas casas legislativas, precisaremos de vários anos para reconquistar parte da credibilidade.
A tropa de maus políticos que "queimaram o filme" do Congresso ao longo de todos estes anos, não se importam nem um pouco com o que a sociedade pensa deles, pois com o poderio econômico, voltam para os seus "redutos e currais" e recebem novos mandatos, infelizmente.
Porém a luz no fim do túnel é a crescente maturidade e consciência política do povo brasileiro que cresce significativamente.
Vejamos um dado simples. No início da década passada, o índice de candidatos a reeleição para as prefeituras de capital no Brasil que foram bem sucedidos foi de mais de 90%. No último pleito menos de 50% conseguiram se reeleger ou eleger o sucessor.
A demissão destes crápulas virá pela via legítima e inalienável do voto.

O Brasil precisa mais das ''ruas''.



EIS UMA GRANDE DISPUTA

Quem é mais viciado em poder?
Dificílima conclusão.
Uma outra perguntinha básica é quanto ao rastro de coisas erradas que ambos construíram visando as suas ambições, vaidades e sede pelo poder.
Acabo por concordar que poucos ou raros estão preparados para possuírem poder.
Assim, a conclusão óbvia é que a perpetuação do poder político é um mal danoso a sociedade e a vida das pessoas e a renovação é sempre o melhor remédio.
Chaves com seu DNA de ditador e Lula com o vício do poder correndo no sangue e entranhado na mente, fariam um bem maior aos dois países ficando de fora da política eleitoral. 
Deram o que tinham de dar e agora chega. Seria um gesto de sabedoria e grandeza se conformarem com a condição de ex presidentes. O ímpeto em estar no comando da política, pode estragar e danificar irreversivelmente a biografia dos dois, especialmente a do nosso Lula
A participação de ambos em novas disputas significa um retrocesso e um impeditivo grave ao avanço de países tão vocacionados ao desenvolvimento.
A Venezuela não quebrou "ainda" por conta do petróleo que jorra naquele país, mas a administração Chaves já comprometeu em grande parte as gerações futuras daquele país.
No Brasil é inquestionável os avanços sociais, onde grande parte da população que vive abaixo da linha de pobreza, teve no governo Lula um grande foco e prioridade, mesmo a partir de necessários projetos assistencialista para o momento e para a época, porém não vimos em paralelo ações de longo prazo para resolver definitivamente o problema da miséria sem a necessidade do assistencialismo muitas vezes politiqueiro. 
Além disso, "nunca se viu na história deste país" tantos conchavos políticos, que considero espúrios, unindo partidos filosoficamente antagônicos, num paradoxo inimaginável até então, como por exemplo a parceria entre Lula e Maluf e muitas outras. 
Tudo pelo poder e pela chamada "governabilidade", o que pavimentou o caminho para o maior de todos os descalabros políticos praticados no Brasil, que foi o hediondo crime do MENSALÃO.
É nisso que dá quando se junta numa mesma mente, a sede pelo poder, a ganância por riqueza e a vaidade extrema, uma combinação explosiva para as mais terríveis práticas.
Os dois tem em comum um certo complexo de "deus" com "d" minúsculo é lógico e acham que podem tudo, em qualquer tempo e em qualquer lugar e por isso mesmo atropelam os valores, criam seus argumentos fajutos para justificarem suas peripécias e acabam por agredir seriamente os princípios democráticos que tanto se vangloriaram de defenderem outrora, numa postura incrivelmente hipócrita e que atenta contra a inteligência das pessoas.
Melhor para o Brasil e para a Venezuela que estes dois líderes aceitem a condição de ex presidentes e abram caminho para que as novas lideranças surjam, apareçam e possam injetar um sangue novo, sempre bem vindo em todos os ramos da atividade humana e claro também na política.
Avancemos!

EIS UMA GRANDE DISPUTA
Quem é mais viciado em poder?
Dificílima conclusão.
Uma outra perguntinha básica é quanto ao rastro de coisas erradas que ambos construíram visando as suas ambições, vaidades e sede pelo poder.
Acabo por concordar que poucos ou raros estão preparados para possuírem poder.
assim, a conclusão óbvia é que a perpetuação do poder político é um mal danoso a sociedade e a vida das pessoas e a renovação é sempre o melhor remédio.
Chaves com seu DNA de ditador e Lula com o vício do poder entranhado na mente, fariam um bem maior aos dois países ficando de fora da política. Deram o que tinham de dar e agora chega e seria um gesto de sabedoria e altruísmo se conformarem com a condição de ex presidentes.
A participação de ambos em novas disputas significa um retrocesso e um impeditivo grave ao avanço de países tão vocacionados ao desenvolvimento.
Avancemos!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013


OPERAÇÃO DESMONTE: UM CRIME

Reportagem importante do Fantástico da Rede Globo, mostrou para todo país os descalabros produzidos pelos prefeitos perdedores neste último pleito.

Num gesto de extrema irresponsabilidade, covardia e perversidade, estes prefeitos derrotados desmantelaram o aparelho público de diversas cidades brasileiras, dentre as quais muitas cearenses como: SÃO GONÇALO DO AMARANTE, ITAIÇABA, MORADA NOVA, MILHÃ, IPU, CEDRO, PACAJUS, CHOROZINHO, entre outras.

Um ato criminoso praticado com consciência e planejamento por parte deste maus políticos que provaram da forma mais nefasta possível, os seus reais interesses.

Estes crápulas da política tem preocupação preponderante com o seu projeto pessoal de riqueza e de poder e logicamente nenhuma preocupação com as pessoas.

Lembram do Sr. Severino Cavalcanti? Ex presidente da Câmara dos Deputados e agora Ficha Suja até 2015 (deveria ser para toda vida), encerrou seu mandato de prefeito em João Alfredo (PE) sem pagar salários de dezembro dos servidores, devendo a fornecedores e sob denúncias de sucateamento de equipamentos públicos.

É na figura e na imagem deste senhor, sem moral, sem ética e sem valor, que associo a imagem de todos estes ex prefeitos derrotados e que saem da política pela porta dos fundos. E falo que saem da política, confiando na maturidade eleitoral do povo brasileiro, que vem crescendo nos últimos anos e que vai extirpar da vida pública estas figuras para quem as leis e as pessoas nada valem e por isso mesmo foram demitidos implacavelmente pela via legítima do voto. Espero que seja uma cassação vitalícia, para desta forma irmos depurando os quadros políticos no Brasil.

Os políticos brasileiros precisam perceber que o cerco vem se fechando e que sua majestade o cidadão, que também é eleitor, não tolera mais este tipo de comportamento daqueles que enganam. Eles enganaram a muitos durante um certo tempo, mas não não enganarão a todos durante todo tempo.

Por isso ratifico a minha opinião formada; todo político que fracassa, o faz por incompetência ou por desonestidade ou pelas duas anomalias juntas. Quem fracassa por desonestidade não tem honra, não tem valor, não tem alma e por isso precisa ser punido exemplarmente, pois o prejuízo causado as gerações futuras é incalculável e o tempo perdido não se recupera nunca mais.

Faz-se necessária uma legislação séria que padronize o processo de transição e transmissão de cargo e que preveja também penas duras e multas pesadas para todos aqueles que praticam estes descalabros criminosos.

Um tremendo prejuízo para as cidades, para os novos que iniciam, mas especialmente para as pessoas, o cidadão comum e as futuras gerações.

QUE ABSURDO!


domingo, 13 de janeiro de 2013


PARA LERMOS, MEDITARMOS E VIVERMOS
Uma leitura imperdível, impactante e inspiradora.

Pai Nosso e pão nossoPastor Carlos Queiróz, 
simplesmente Carlinhos.

Pai Nosso e pão nosso

A falta de pão na mesa do pobre é um problema decorrente da falta de espiritualidade no altar dos cristãos. O Pai Nosso é a oração pelo pão de cada dia do outro e não do nosso.
A oração do Pai Nosso é, ao mesmo tempo, a oração do “pão nosso de cada dia”. O pedido por esse pão não é um apelo para o suprimento material. Jesus Cristo já havia ensinado aos seus discípulos a não se preocuparem com o alimento. Também já se conhecia a ideia de que Deus dá o pão aos seus amados enquanto eles dormem, de acordo com o Salmo 126. Conforme Jesus Cristo, a natureza se encarrega de suprir a carência das aves dos céus e dos lírios do campo; se Deus assim supre os pequenos animais e os vegetais, há, então, suprimento suficiente para todas as pessoas do planeta. Como sabemos, o problema da falta de alimento para muitos não se deve à superpopulação ou à falta de solos aráveis. A monocultura, a exploração do semelhante e a concentração de renda, entre outros fatores, geram a fome e a miséria que têm vilipendiado tanta gente. Portanto, na oração do Pai Nosso, o pedido não é pelo pão – e sim, pela prática da socialização do pão.
O alimento é um direito de todos os seres humanos. Quando uma minoria detém a maior parte dos bens, outras pessoas irão padecer necessidade. O problema da desnutrição, para muitos, está na má utilização dos recursos naturais, quando se visa apenas ao lucro e ao acúmulo de capital, o que também leva à degradação do meio ambiente. Logo, o Pai Nosso não é uma prece para ser meramente repetida em nossas liturgias; ela é a oração sobre a ética da propriedade e dos bens.
Para Jesus Cristo, vale mais uma vida eticamente correta do que a oração corretamente pronunciada. Há muitos cristãos orando o Pai Nosso sem, contudo, expressar o reconhecimento – muito menos, o arrependimento – de que estão pondo muitas pessoas sob o castigo da fome e da morte. E é por causa de nosso egoísmo, revelado quando comemos muito e deixamos outros com fome, que há muitos doentes e mortos em nosso meio. Não discernir essa realidade significa comer e beber juízo para si, conforme I Coríntios 11.23-27. Para muitos de nós, o Pai Nosso pode ser compartilhado e dividido; mas o pão, esse não – é exclusivamente “meu”. Ele é o ídolo que só na reza ou na burocracia religiosa pertence ao outro. O máximo que fazemos é uma doação filantrópica de nossas sobras. E, se damos a sobra, apenas denunciamos o nosso contexto de injustiça. É hipocrisia doar a sobra como se fosse um ato de misericórdia. A misericórdia se evidencia pela doação daquilo que nos faz falta.
Todo ídolo exige sacrifício. O ídolo de mercado, representado pela acumulação de propriedades e rendas, vive guardado no altar sagrado dos cofres bancários, venerado pelos seus adoradores, os mesmos que sacrificam os mais fracos e vulneráveis da sociedade. No Brasil, o pão é de uma minoria. Mais de 32 milhões de pessoas passam fome, e 65 milhões de brasileiros alimentam-se de forma precária. O pão é um bem que pode ser acumulado ou socializado; por isso, a oração do Pai Nosso tem implicações econômicas, sociais e políticas. Orar ao Pai do céu pelo pão de cada dia é uma premissa contra a acumulação de bens. O mundo seria diferente se todos os cristãos fizessem do Pai Nosso uma prática de justiça, solidariedade e socialização do pão.
O Pai Nosso é a oração pelo pão de cada dia do outro. É a oração que muda a concepção fundiária e subverte a noção de renda ou posse dos bens. Portanto, é muito mais do que um jeito de orar – é, de fato, uma maneira de se viver. O bem-aventurado pobre de espírito, citado em Mateus 5.3, vive motivado pela sensibilidade e pela compaixão, e tem prazer em socializar com outras pessoas tanto o Pão da Vida quanto o pão da terra. Além do mais, o bem-aventurado pobre de espírito é também feliz porque sente fome e sede de justiça. E essa sua fome, essa sua sede, são aguçadas diante da fome sofrida pelos injustiçados.
Não podemos mais admitir que nosso país – o maior em número de católicos e o segundo maior em número de protestantes – seja um dos países mais injustos do planeta. A falta de pão na mesa do pobre é um problema decorrente da falta de espiritualidade no altar dos cristãos. A carência de alimento passa a ser um sinal de nossa falta de espiritualidade à medida que o outro não o tem. Que o Pai do céu nos ajude a socializar o pão da terra.

sábado, 12 de janeiro de 2013


UMA PEDRA NO SAPATO
A presidente Dilma que se cuide, pois o seu ótimo capital político e respaldo popular estão sob ameaça.
Ela não terá uma nova chance caso os indicadores de 2013 não melhorem muito.

E com o Guido Mantega a frente do principal ministério do seu governo, o seu risco aumenta, ele é fraco, mistura política com gestão, promete muito, vende ilusão e realiza pouco. Não tem musculatura para o cargo.

Somado a este desmantelamento da boa fundamentação macro econômica que tínhamos no País, agora também a ameaça de crise energética e reclamação geral da classe política e empresarial acerca da centralização e rigidez do governo Dilma.

PIB ridículo de 0,98% com inflação de 5,84% fora do centro da meta, superávit primário maquiado com o fundo solidário, fim do câmbio flutuante, Balança comercial em queda, reformas engavetadas, baixo nível de investimento federal, etc, etc, etc.

Por conta de tudo isso, o ex presidente Lula, que tenta se blindar dos escândalos, vem chegando, se aproximando e daqui a pouco vai requerer direito a disputar a próxima eleição presidencial e aí volta o palanqueiro em detrimento da gestora.
Ela precisa agir agora com firmeza, qualidade de decisões e eficácia. Não há mais gordura. 

E ainda por cima, a Presidente terá como adversários "fungando no cangote", Aécio Neves, Marina Silva, Eduardo Campos e talvez José Serra fora do PSDB, todos com sangue no olho e na língua para confrontar os erros da atual administração e os escândalos que envolvem diretamente o PT.

2013 - um ano decisivo
2014 - um ano de grandes debates e embates.

Segura a onda Presidente.
UMA PEDRA NO SAPATO
A presidente Dilma que se cuide, pois o seu ótimo capital político e respaldo popular estão sob ameaça.
Ela não terá uma nova chance caso os indicadores de 2013 não melhorem muito.
E com o Guido Mantega a frente do principal ministério do seu governo, o seu risco aumenta, ele é fraco, mistura política com gestão, promete muito, vende ilusão e realiza pouco.
Somado a este desmantelamento da boa fundamentação macro econômica que tínhamos no País, agora a ameaça de crise energética e reclamação geral da classe política e empresarial acerca da centralização e rigidez do governo Dilma.
Por conta de tudo isso, o ex presidente Lula, que tenta se blindar dos escândalos, vem chegando, se aproximando e daqui a pouco vai requerer direito a disputar a próxima eleição presidencial e aí volta o palanqueiro em detrimento da gestora.
Ela precisa agir agora com firmeza, qualidade de decisões e eficácia. Não há mais gordura.
E ainda por cima, a Presidente terá como adversários "fungando no cangote", Aécio Neves, Marina Silva, Eduardo Campos e talvez José Serra fora do PSDB, todos com sangue no olho e na língua para confrontar os erros da atual administração e os escândalos que envolvem diretamente o PT.
2013 - um ano decisivo
2014 - um ano de grandes debates e embates.
Segura a onda Presidente.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013


TRANSPARÊNCIA E ATITUDE: SÓ ISSO

Não adianta tentar esconder o problema com medo do impacto político, como também não adianta colocar este lixo para debaixo do tapete.
O povo brasileiro quer simplesmente saber a realidade dos fatos, o estágio do problema e a sua gravidade, mas principalmente quais as ações de governo para evitar o desabastecimento, apagões e outras graves falhas no sistema elétrico.

A Presidente Dilma em quem muito acredito e de quem muito espero, vem realmente se enrolando com algumas questões vitais, dentre elas o controle dos fundamentos macroeconômicos do Brasil que parecem também estar em crise.

PIBINHO pífio em 2012, projeção de crescimento abaixo das expectativas para 2013, inflação em alta acima do centro da meta, superávit frágil em 2012, fim do câmbio flutuante, um ministro da fazenda fraco (mais político do que técnico) e agora mais este problema do setor elétrico.

Ainda tem por cima, um orçamento para aprovar no Congresso, reformas engavetadas, o PAC que não deslancha, nível baixo de investimentos públicos e por conta disso, podemos ver o ex presidente Lula "fungando no cangote" doido para voltar a presidência, sem falar na sombra sempre perigosa do Senador Aécio Neves e da Marina Silva que saiu muito forte da última disputa para presidente.

Nesta segunda metade do seu mandato, a presidenta vai precisar por em prática toda sua firmeza e capacidade de gestão para recolocar o País numa rota positiva ou terá seu capital político colocado a prova.
Hora da competência e da excelência das decisões.
TRANSPARÊNCIA E ATITUDE: SÓ ISSO
Não adianta tentar esconder o problema com medo do impacto político, como também não adianta colocar este lixo para debaixo do tapete.
O povo brasileiro quer simplesmente saber a realidade dos fatos, o estágio do problema e a sua gravida, mas principalmente quais as ações de governo para evitar o dasabastecimento, apagões e outras graves falhas no sistema elétrico.
A Presidente Dilma em quem muito acredito e de quem muito espero, vem se realmente se enrolando com algumas questões vitais, dentre elas o controle dos fundamentos macroeconômicos do Brasil que parecem também estar em crise.
PIBINHO pífio em 2012, crescimento abaixo das expectativas para 2013, inflação em alta, superávit frágil em 2012, fim do câmbio flutuante, um ministro fraco e agora mais este problema do setor elétrico.
A presidenta vai precisar por em prática toda sua firmeza e capacidade de gestão para recolocar o País numa rota positiva ou terá seu capital político colado a prova.
Hora da competência e da excelência das decisões.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

EVANGELHO DE JOÃO

Após mais um culto inspirador, com uma palavra abençoada e abençoadora do Pastor Carlinhos, começamos a semana com o ânimo elevado e a crença fortalecida e revitalizada no autor da vida, Jesus Cristo de Nazaré.
Abaixo uma síntese da palavra ministrada. Uma ótima reflexão para este início de ano.

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram
 feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam
João 1:1-5


É vital começarmos tudo e todas as coisas com Deus.
Antes de começar qualquer coisa é muito bom saber que Deus já estava,
Deus já havia chegado.
A importância de Deus no nosso cotidiano é plena.
O alimento da vida é andar com Deus.
Andar com Deus gera luz, vida e as coisas se tornam mais encantadoras.

Virtudes cardeais, vitais da vida


1. PRUDÊNCIA

Seja bom sem ser tolo. Bondade e sabedoria. Firmeza com candura e leveza
A subjetividade e a racionalidade juntos.


2. TEMPERANÇA
Um apelo a uma vida com tempero, uma vida saborosa. Não devemos estragar os momentos e sim valoriza-los. Todos os momentos.
O prato da existência deve ser saboroso
Tornar a vida mais encantadora.
Dê tempero a vida.

3. JUSTIÇA/DISCERNIMENTO
Justiça no sentido de santidade e pureza.
Precisamos cultivar a pureza na alma e no coração.

4. TENACIDADE/FIBRA
Coragem para enfrentar os riscos e desafios da vida
Ao mesmo tempo fibra para enfrentar os sofrimentos.

A Ele a glória, o louvor e a honra para todo sempre.

Uma super semana para todos

sábado, 5 de janeiro de 2013


NOVOS PREFEITOS, PREFEITOS NOVOS E O QUE MUDA?

Vivemos o momento da posse dos novos prefeitos e o que pode acontecer? Tudo, inclusive nada.

Percebe-se notoriamente uma melhoria importante no nível de maturidade e consciência político-eleitoral do povo brasileiro, apesar de termos ainda um grande chão a ser percorrido até podermos experimentar e vivermos um tempo de plenitude, onde o cidadão que também é eleitor seja um implacável agente de mudança, um verdadeiro exterminador de maus políticos pela via legítima do voto.

Uma nova legislatura, novas expectativas, algumas esperanças e quase nenhuma certeza do que os novos eleitos poderão efetivamente fazer.
Novos prefeitos novos, novos prefeitos velhos, velhos prefeitos de novo e a mentalidade?

Não importa apenas ser novo ou estar de novo a frente do poder, mas é vital uma nova mentalidade, um novo modelo, uma nova forma de fazer política e especialmente de fazer a diferença para o bem das pessoas.

Acredito convictamente que é hora da gestão. Menos política e mais gerenciamento com excelência; faz-se necessário uma grande prioridade para o fator da eficiência administrativa e um trato responsável e comprometido com o bem comum e logicamente com a condução eficaz da coisa pública, da máquina administrativa, do governo que recebeu nas mãos.

As práticas viciadas são todas bastante conhecidas e certamente saberemos em breve espaço de tempo quem veio para realizar e quem veio para enrolar ou para “se dar bem”.

Na verdade a maioria esmagadora dos políticos é competentíssima na arte nefasta de ludibriar as pessoas, de montarem verdadeiras engenharias do crime, de ajustarem a administração pública aos interesses pessoais e assim governam para si e o povo que se dane.  Um sucesso absoluto....para os seus próprios interesses.

Entretanto falamos lá atrás de algumas esperanças e queremos pautar a nossa linha de pensamento nesta ótica positiva, acreditando que as coisas podem ser diferentes desta vez.

E aí, o que fazer?
Para os prefeitos novos que experimentam seu primeiro mandato, a minha melhor expectativa, pois vejo que na inexperiência política está a maior das virtudes e caso reúnam um elenco de competências essenciais e valores morais e éticos, poderão sem a presença dos famigerados vícios políticos realizarem uma gestão verdadeiramente diferente, com uma injeção de sangue novo, movido pelo ânimo e o ímpeto de realizar, de deixar um legado, de marcar seu nome na história, de honrar a confiança recebida e poder ao final da missão, olhar para trás e dizer para si mesmo: conseguimos, fomos aprovados, melhoramos a vida das pessoas, honramos a confiança, combatemos o bom combate, avançamos e vencemos.

E o que pode fazer um gestor bem intencionado e comprometido?
Tudo começa pela montagem de uma competente equipe de trabalho no tamanho certo, otimizada, composta por pessoas que conheçam as áreas, que tenham espírito cívico e que atestem compromisso com a missão.

A partir daí, torna-se vital um planejamento estratégico para 4 anos, com uma visão estabelecida para 8 anos. É necessário que se faça uma projeção das receitas a cada ano e para o período do mandato e melhor ainda para um tempo equivalente a 2 mandatos, independentemente de um projeto de reeleição, pois é importante construir um plano de trabalho que contemple o futuro das novas gerações sem se importar com quem estará governando lá.

Os secretários devem ser pessoas que conheçam a sua área mais até que o próprio prefeito. Este pré-requisito deve ser utilizado também para os demais cargos do segundo escalão e de qualquer contratado para cargo de liderança.

Na sequência, deve o novo gestor fazer uma análise criteriosa do tamanho necessário do aparelho público ou da máquina administrativa como queiram (não gosto deste termo) e adequar, em tudo quanto possível, a nova estrutura ao ideal estabelecido. Pode começar pelos cargos de funcionários contratados, pois como a política sempre prevaleceu sobre a excelência de gestão, as máquinas são infelizmente inchadas.

Que tal uma reforma administrativa? Conheço cidades pequenas que tem mais secretários que uma capital. É possível unir áreas numa única secretaria, pois um coordenador é mais barato que um secretário e todos tem que trabalhar e muito.

E o prefeito?
Este tem que ser o líder, aquele que dá a visão, o cerne da estratégia, é aquele que inspira, que delega, que define as autonomias e que principalmente cobra resultados. O chefe do executivo municipal não deve ser uma pessoa de gabinete, mas sim de campo, vendo ao vivo e a cores o tamanho das necessidades, identificando oportunidades de melhorias, acompanhando o andamento das ações de governo, angariando com competência e firmeza o maior número de recursos possíveis, conquistando parcerias governamentais, emendas, projetos, convênios, o prefeito é aquele que dá o tom da gestão, a batida do tambor, o ritmo do trabalho, é aquele que monitora a evolução dos trabalhos e controla com veemência os recursos, receitas e despesas e com o máximo cuidado em torno dos aspectos legais, contábeis e auditorias internas para garantir a eficiência e a legalidade dos investimentos e gastos de custeio, além de blindar sua administração de problemas com os órgãos de controle.

O prefeito é o grande mentor, o grande articulador, aquele capaz de ver o todo, capaz de aparar as arestas, de mudar rumos quando necessário, de alinhar entendimentos, de motivar a tropa, mas também  de trocar o que precisa ser trocado no tempo certo, pois o prefeito a rigor preside a cidade e os seus interesses e é sem dúvida o grande responsável por tudo que acontece de certo ou de errado.

Ele deve ser um grande líder, liderar pelo exemplo, ser um líder ético, que respeita os valores, as diferenças, mas que consegue ajustar os interesses e colocá-los sempre em sintonia fina com os interesses da cidade e do projeto construído no planejamento estratégico, que deve refletir a sua lealdade aos compromissos firmados em campanha e na gestão da cidade.
A cidade precisa funcionar bem, preponderantemente nas áreas essenciais da saúde e educação, a população precisa e merece de serviços públicos minimamente qualificados, o prefeito precisa assegurar a regularidade destes serviços e tem que agregar valor a administração pública, inovando, atraindo investimentos, industrializando o município, gerando reais possibilidades de emprego e renda.

Precisa desenvolver uma política agrícola, incentivar o comércio, investir nos arranjos produtivos locais, garantir água e energia para todos, conquistar na esfera federal recursos para um sério projeto de saneamento básico.
Precisa de um programa inspirador para a juventude em todas as áreas (cultura, desporto, lazer, prevenção as drogras, capacitação profissional e carreira).

O esporte deve ser incentivado amplamente, como grande instrumento para unir, tornar mais saudável a convivência, estimular uma juventude mais saudável e ética.

A cidade precisa ser bem cuidada, limpa, arborizada e para tanto um bom projeto urbanístico pode ajudar muito.
O turismo deve ser incentivado, como instrumento de alavancagem, atração de receitas, mobilização do comércio, criação de novos setores econômicos e geração de emprego.

Deve-se pensar uma cidade sustentável, com a valorização e o cuidado de rios, lagoas, matas, vegetação e solo.
Por fim, não dá para acreditar em qualquer projeto dos novos prefeitos que começam, sem vermos contemplados estas ações e estes aspectos que mencionamos aqui.

Sr. Prefeito, veja o tamanho da sua missão, abrace com todo o seu compromisso, perceba as inúmeras pessoas que dependem essencialmente da competência e seriedade do seu mandato, veja o extraordinário legado que você pode deixar, imagine ao final desta grande missão poder bater no peito e dizer: Consegui, honrei meu mandato, ajudei a muitas pessoas, contribuí decisivamente para a melhoria da cidade, ajudei a melhorar a vida de muita gente, gerei vida e por tudo isso recebo merecidamente o respeito e a aprovação de todo um povo.
Sr. Prefeito, isso não tem preço.
Que Deus o ilumine e o inspire a um grande trabalho e a um extraordinário mandato, para o seu bem e o bem de todos.